|
Uma Penelope Nada Charmosa
|
Quarta-feira, Novembro 30, 2005
 |
 |
 |
 |
Oi moçadinha boa noite !!
Bem ... ando nas minhas correrias e quando chega o final do ano a coisa acelera de tal jeito que fica dificil conciliar.
Hoje fez muito calor ... eu até gosto mas fico numa moleza que cruizcredu
Tô fazendo minhas caminhadas de "ou faz ou faz" precisa né....bom pra espairecer também.
Ganhei um presente tão lindo da minha tia Rini ... uma caixa que dizia "frágil adornos de natal" (uma árvore média, bolas douradas e vermelhas,sinos, fitas douradas/verde/vermelhas, papai noel, velas, um cordão vermelho,e os castiçais) Fiquei tão feliz que agarrei a caixa como criança, e era bem maior que meus braços.
Eu e Tatinha já deixamos o cantinho lindo, todo enfeitado, E como não vou passar o Natal em casa, ela fica lá, cheia de luz.
Tô cansada, o corpo pede descanso, uma mistura de sentimentos, de dor e o coração explodindo de preocupação. E tudo isso só meu Amigo lá de cima pode resolver e "que seja feita vossa vontade"
Falando em médicos/exames é o seguinte ... Eu eu notei algumas coisinhas erradinhas de repente como uma urticária que surgiu do além, incomoda muito e os remédios são horriveis pra dar sono, então eu ando dormindo em pé, a causa é alimentação errada, conservantes, corantes e tudo que a gente engole sem nem mesmo saber.....moral da estória cuidado dobrado...e saco muito saco, o que não tenho.
Tirei tanto sangue pra tanto exame que nem sei mais o que são... os resultados ainda não estao prontos, mas o retorno é um encaixe pra 16/12 e ai sim vou saber que pé tá a coisa. Fazer o que né ... é a vida. Tenho certeza que vai dar tudo certo.
Tenho mais coisinhas pra blá blá blá mas quero minha cama, meus pensamentos, minha noite de sonhos (euadoruuu sonhar) vou ali tomar meu banho por minha camiseta velha e até mais ver.
A gente se fala.
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Terça-feira, Novembro 29, 2005
Segunda-feira, Novembro 28, 2005
Domingo, Novembro 27, 2005
Sábado, Novembro 26, 2005
Sexta-feira, Novembro 25, 2005
 |
 |
 |
 |
Nada Pra Mim
Ana Carolina
Composição: John
Eu não vim aqui
Pra entender ou explicar
Nem pedir nada pra mim
Não quero nada pra mim
Eu vim pelo que sei
E pelo que sei
Você gosta de mim é por isso que eu vim
Eu não quero cantar
Pra ninguém a canção
Que eu fiz pra você
Que eu guardei pra você
Pra você não esquecer
Que eu tenho um coração
E é seu
Tudo mais que eu tenho
Tenho tempo de sobra
Tive voce na mão
E agora
Tenho só essa canção
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Quarta-feira, Novembro 23, 2005
Domingo, Novembro 20, 2005
 |
 |
 |
 |
Definitivamente eu não nasci pra ocupar o primeiro lugar na vida de nenhum ser humano, leia bem eu disse "ser humano" e nem tenho pretensão pra tanto.
Encerro mais um ciclo da minha vida e tá próximo de mais um ano que se vai.
Doeu? !Não! foi só uma picadinha.
Eu não posso permitir dor num caminhar pra minha paz, em passos que me levão mais pra frente.
Falar de amigos ( ... ) São muitos ( ...) Gente muita boa, gente gente mesmo ! e os que trilham esse meu dia, são de uma generosidade sem fim, que me derão muitos abraços, sem perguntar se eu os queria, sem dizer "eu te dei, poxa vida me dá de volta" gente que me olhou por esse lado se perdeu, porque eu não consigo retribuir cobrança.
Dizer de amor ( ... ) Eu gosto muito de dizer que amo "na mais pura" verdade, que sou louca e quero muito, sem medo.
E nesse medo cabe uma pontinha de limite, mas é coberto de respeito, de "eu sei" e sei mesmo, é mal de aquariana saber usar a hora pra tudo, inclusive quando é hora de entender que passou.
Saber de mim ( ...) Sei muito pouco desse pedaço de gente chamado Solange, mas o pouco que sei é pra ser doado, pra dividir, e buscar, buscar mais e mais e mais, sem cansaço, sem desistência, sem me acanhar. Sou um pouco de tudo nessa vida, sou mãe abobolhada, voluntária de coração, filha de um grande amor, aquela que tá mais pra vida, que pra morte, sou menina que sonha e acorda lúcida, sou sorriso besta e tenho um belo par de rugas entre as sobrancelhas, que diz muito.
Se eu sou fácil? De jeito manêra. Sou casca grossa, envelhecida por um bocado de tempo.
Mas ( ...)
Como toda mocinha que usa sainha, tô por ai, trabalhando, e nem é pra ficar rica, mas pra poder comprar purpurina pra encher minha vida delas e fazer de amanhã um dia melhor........porque é assim que eu sei crescer, é assim que posso e quero continuar.
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Sábado, Novembro 19, 2005
 |
 |
 |
 |
A Voz do Silêncio
" Pior do que a voz que cala é um silêncio que fala."
Simples, rápido! E quanta força!
Imediatamente me veio à cabeça situações em que o silêncio me disse verdades terríveis, pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo.
Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.
Silêncios que falam sobre desinteresse, esquecimento, recusas, abandonos.
Quantas coisas são ditas na quietude, depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo, nem uma gargalhada para acabar com o clima de tensão.
Só ele permanece imutável, o silêncio, a ante-sala do fim.
É mil vezes preferível uma voz que diga coisas que a gente não quer ouvir, pois ao menos as palavras que são ditas indicam uma tentativa de entendimento.
Cordas vocais em funcionamento articulam argumentos, expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.
Quantas vezes, numa discussão histérica, ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica aí parado, me olhando!"
É o silêncio de um mandando más notícias para o desespero do outro.
É claro que há muitas situações em que o silêncio é bem-vindo.
Para o homem que trabalha com uma britadeira na rua, o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche, o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock, o silêncio é um sonho.
Mesmo no amor, quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda, pois é o silêncio da paz.
O único silêncio que perturba é aquele que fala.
E fala alto, berra, grita...
É quando ninguém bate à nossa porta, e não há recados na secretária eletrônica, mas mesmo assim você entende a mensagem
(Martha Medeiros)
E pra que dizer mais alguma coisa?
Bom fim de semana
Vou ali cuidar da vida.
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Quarta-feira, Novembro 16, 2005
 |
 |
 |
 |
Oi gente boa como vão todos?
Poizé (.........)
A amiga de vocês não anda tão bem como ela gostaria de estar.
Hoje eu me senti muito mal, foi um dia arrastado e pesado, hoje eu não consegui sorrir, tô muito irritada, e por incrivel que pareça esse é meu termômetro pra saber que tem alguma coisa errada, tive dores no corpo e na alma, uma angustia horrivel, misturada com uma ansiedade sem tamanho, tenho uma consulta amanhã cedo, continuação de um tratamento sem sucesso, to indo sem vontade, e com certo medo, afinal eu nunca gostei de ir a médicos, já sei que vem exames, remédios,consultas e retornos.
Desculpe a falta de alegria no post, mas nesse momento tudo que eu consigo ter é a sensaçao de interrogaçao e mal estar.
Assim que eu tenha novidades do médico eu volto pra contar .
Pra vocês um boa noite bem demorado, e ainda assim, cheio de certeza que viver é tudo que eu sei.
Bêjos
18/11/05 :: Por aqui ::
Oi pra vocês,como disse ai em cima, eu fui a consulta, e tenho mil exames pra fazer na proxima quarta feira, e ai então dá pra dizer mais alguma coisa, do resto tudo caminhando.....Boa sexta e fiquem com Deus.
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Domingo, Novembro 13, 2005
 |
 |
 |
 |
Irretocável
(Silvana Duboc)
Tenho cabelos vermelhos, pintados, para esconder os fios brancos.
Não me lembro exatamente em que ano eles começaram a branquear...
Tenho algumas rugas em volta dos olhos, também não me recordo quando elas começaram a aparecer.
Tento disfarçá-las, tantas novidades no campo da dermatologia, achei por bem aproveitá-las.
Do corpo não cuido quase, só recentemente entrei para uma academia por ordem médica.
Ele me disse que na minha (quase) idade preciso de exercícios.
Mais falto mais do que vou, não gosto de fazer ginástica.
Das minhas unhas cuido semanalmente, penso que elas são uma porta de visita.
Unhas maltratadas causam uma péssima impressão.
De uns dois anos pra cá descobri os cremes e aí compro um aqui, outro ali e no final só uso alguns, mas compro, só de olhá-los na prateleira já percebo que as rugas se retraem.
Sou assim, vaidosa, mas não sou em excesso, penso que sou na medida certa, na medida correta para uma mulher.
Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós, não temos como conter.
Nem pretendo isso.
Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história.
Às vezes me pego na frente do espelho descobrindo uma nova ruguinha e já me coloco a pensar o que a causou.
Depois reencontro com outra que já está lá vincada há anos e me recordo que ela apareceu quando perdi um grande amor.
Poderia enumerar também a história de cada fio de cabelo branco.
Foram filhos, marido, amigos que colocaram eles ali.
Não quero me desfazer de nenhuma dessas marcas, elas são importantes apenas amenizá-las, acho que mereço isso.
A vida me deve isso.
Atualmente a parte que merece mais atenção minha tem sido a cabeça.
Tento todos os dias colocá-la no lugar, equilibrá-la, alimentá-la com sonhos e alegrias.
Corpo e mente caminham juntos, se um estiver em estado lastimável o outro provavelmente vai se deteriorar.
Não escondo minha idade, não adiantaria falar que tenho vinte e tres e apresentar uma filha de doze anos.
Portanto eu confesso, tenho trinta e oito anos. beirando os trinta e nove.
Metade deles, bem vividos, a outra metade muito sofridos.
Mas é exatamente aí que está o encanto da minha idade.
Conheci de tudo um pouco, das lágrimas aos sorrisos e ambos me fizeram ser essa pessoa que sou hoje.
Ficaram as rugas no rosto e na alma, mas também ficaram sorrisos em ambos.
Minhas rugas mais bonitas são aquelas marcas de expressão que eu adquiri por tanto sorrir, muitas vezes, quando o coração chorava.
(Adaptado pro meu momento)
Tem um dia lindo lá fora, e lendo a Silvana repensei em muitas coisas nesse pouco tempo de vida, e a vontade de melhorar é grande, cada dia que passa eu "preciso ser mais e melhor do que ontem". Uma ótima semana, vou ali cuidar na vida....coisa boba sabe? nada que tranformar 8 hrs em 24.
Bêjo
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Sexta-feira, Novembro 11, 2005
 |
 |
 |
 |
Blog é pra escrever né ??
Então tá !
Eu fui trabalhar, até ai normal, alguns seres humanos desprovidos de rendimentos tambem vão.
Eu tenho hábito de me benzer na entrada (disfarçadamente lógico)
Primeiro eu quero dizer que odeio trabalhar as sextas feiras, principalmente quando se é lembrada todo segundo ( eu vou emendar o feriado e você ?) (Claro que eu não)
Bom voltando ...
Eu odeio quando alguem fica me ensinando uma coisa que eu já to careca de saber..............se sabe então faz !! blerggggg
Eu quero morrer quando quero ficar quetinha pensando em coisa minha, e vem aquele papo mole falando da vida dos outros ( de verdade eu nao suporto fofoquinha) e sem vontade dar aquela risadinha amarela, ou como hoje já partir pra ignorancia e dizer : Na boa.....mas nem to ai pra saber de nada dos outros (mal educada eu?)
Agora quer me matar é terminar uma coisa e quando olhar pra tras.....tá pior do que tava.
Falta de respeito do caramba viu.
Amanhã é sábado...depois é domingo...depois é segunda......e jájá é carnaval.
Vou ali escolher minha fantasia de boba.
Tchau.
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Quinta-feira, Novembro 10, 2005
 |
 |
 |
 |
A mulher da calcinha de algodão
Ela anda pela casa com o jeito mais despreocupado do mundo.
Cabelo castanho quase ondulado na manhã de uma lembrança.
Pegando a torrada besuntada de geléia diet com a pontinha dos dedos, acha que está mais gorda do que queria estar, como toda mulher.
É linda em sua imperfeição.
O camisão gigantesco é secular e faz questão de não esconder nenhum furinho feito pelo tempo.
Desbotado, é provavelmente uma das coisas que mais guarda o seu cheiro matinal totalmente viciante.
O beijo morto, dado ainda nos lençóis, vem entre um sussurro ainda ininteligível de que a preguiça era maior que ela e os cabelos desgrenhados pela noite.
Nenhuma mulher acorda parecendo que está num anúncio de margarina, mas qualquer propaganda perderia em naturalidade para seus miados.
Ela tem manias e defeitos como todo ser vivo e adora me tascar um beijo mesmo antes de escovar os dentes.
É uma dessas mulheres mágicas em sua simplicidade. À luz da manhã de um domingo qualquer, lendo seu jornalzinho, pergunta algo que sabe que não sei só para poder fazer graça de mim. Fica feliz quando me ensina uma palavra nova, cantarola uma música que nunca tocou no radio, mas que só ela sabe de cor. Tem calcinhas chiques para ocasiões especiais, cheias de rendas como troféus para quem a despe.
Ela sabe onde comprar aquela cinta liga alucinante que faz qualquer homem babar, e certamente tem, pelo menos, uma guardada da forma mais despreocupada possível na gaveta que você nunca abre.
Reclama da minha barba mal feita que, às vezes, roça em sua nuca ou em suas coxas. Adora quando falo do seu umbigo ou quando peço para ela parar de me morder porque marca. Vive falando mal da celulite que imagina estar invadindo seu corpo.
É lasciva o suficiente para conseguir tudo que quer com uma chantagenzinha emocional barata. Me chama por um apelido que só ela usa e fala sarcasticamente mal de qualquer coisa que eu escreva só pra depois pular no meu colo dizendo que era brincadeira. Deixa a gola quase esgarçada do camisão para me mostrar o ombro e, quando salta pra pegar mais café, me diz cinicamente que é para parar de olhar pra sua bunda.
A mulher da calcinha de algodão branco. Como tantas outras calcinhas que contam histórias secando nas torneiras do chuveiro.
As calcinhas comuns, sem ocasiões especiais, sem desculpas por não serem sempre novas e lindas. A mulher que reclama quando como algo que ela odeia, a mulher que aperta meu pneuzinho perguntando de quem são aquelas carnes.
Existem poucas cenas mais completas do que assistir ao sono dela em sua calcinha branca de algodão. Acho que a calcinha me fascina justamente pela sua idéia de cumplicidade.
De sempre estar ali. Pendurada no banheiro, dobradinha em cima da cama esperando sumir numa interminável gaveta ou andando pela casa antes de se esconder dentro de uma calça numa terça-feira.
Essa mulher é a que no elevador me puxa com o olhar mais tarado do mundo e, segundos antes da porta abrir, me pergunta como está o decote.
A mulher da calcinha de algodão anda por aí, todos os dias, desapercebida em sua simplicidade, fingindo uma timidez educada que esconde seu senso de humor debochado e sua vontade eterna em me ver bebendo vinho nas curvas de suas costas enquanto compromissos esperam.
Ela é uma mulher, como tantas outras, incomparável. Mesmo quando a gravidade inevitavelmente ganha suas batalhas e o tempo a lembre nas aulas de ginástica que ela não tem mais 17 anos.
E daí se as pernas forem mais finas do que ela sempre quis que fossem?
E daí se seu pé não apareceria em outdoors de sandálias?
Sei que ela sempre vai elogiar as magrelas que trabalham como cabides ambulantes para os grandes nomes da moda.
Sei que ela sempre vai dizer que eu preferiria ver a Gisele Bundchen de biquíni numa revista do que tê-la ao meu lado. E essa é uma das coisas boas dela.
Eu sei de um monte de coisas e ainda não me cansei disso.
A mulher da calcinha de algodão sempre vai ter algo inteligente ou debochado para dizer, sempre vai reclamar que eu deveria dirigir com mais calma e fazer pouco das outras mulheres que foram menos que ela na minha vida. Esta mulher fica menstruada e reclama disso, sempre fala que fica inchada e se acha um barangão quando está de mau humor.
Esta mulher é falível e real.
Além de ser apaixonada por mim deve andar por aí olhando discretamente pra outros homens (sem nunca fazer nada), pode certamente comentar de meus defeitinhos para suas amigas ou ainda sonhar em ir a uma praia sem areia, que se amontoa dentro do seu velho biquíni. Ela vive, toma decisões erradas e ostenta outros milhões de defeitos. Todos eles apaixonantes, porque vêm de alguém real e não de uma boneca de cera sem personalidade que muito homem queria ter para mostrar pros amigos".
(André Debevc)
(Eu acho que o André me conhece .... Mas de onde hein? rsss )
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Segunda-feira, Novembro 07, 2005
 |
 |
 |
 |
a.s.s.i.m.
Ando sem tempo pro que eu mais gosto de fazer na vida, ficar deitada pensando...
.no que eu fiz de bom
.no que eu deixei de dizer
.no que eu preciso fazer
.em como vou fazer pra pagar tal coisa
.comprar aquilo e aquilo outro
.no que eu vou comer de noite
.na minha mãe que ando falando tão rapidinho (judieira)
.como vai ser a arvore de natal deste ano
.aceito ou não a ceia na casa da fulana ou da beltrana
.amigo secreto
.na saudade de gente pra lá de importante
.que Tatinha tá maior que eu ... e ainda foi ontem que eu descobri que estava grávida
.como o tempo passa (...)
É nessa hora que eu crio coragem me levanto pra vida e termino meus pensamentos em "me dá licenca que eu quero mais é viver"
E o tempo nao pára no porto, nao apita na curva, nao espera ninguem (Em O tempo-Reginaldo Bessa)
Boa segunda com boas pessoas ao seu lado.
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Domingo, Novembro 06, 2005
 |
 |
 |
 |
Pipocas da vida...
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste,já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.
(desconheço o autor)
(Pois bem bora virar pipoca enquanto há tempo ...do mais .... um domingo cheio de sorrisos pra cada um)
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
Sexta-feira, Novembro 04, 2005
 |
 |
 |
 |
Êta lêlê.
Enfim
sexta feira:
com chuva
com bico de gente chata
com dor de cabeça o dia todo
com saudade
com ruga na testa
com a casa toda pra por em ordem da semana
E que venha o sábado ... e se nao for pedir muito ... que seja melhorzinho.
Um bêjo
Um quêjo
E uma faca pá corrrtá.
Solange
E você !?
|
 |
 |
 |
 |
|
|